sábado, 14 de setembro de 2013

A verdade oculta sobre o Super Homem

O Super Homem desde a mais tenra infãncia na época dos quadrinhos e gibis fazem parte do nosso imaginário e reforçados pelos desenhos, filmes e séries, permanecem em nossa vida mesmo agora já adulto.

Mas, o curioso é que poucos nomes verdadeiros dos heróis são conhecidos pelo público. O Super Homem esconde uma outra personalidade  na mesma pessoa. Assim, (usando imagens de Danny Haas) resolvi criar uma série de postagens para revelar sua identidade secreta.

Superman é um super-herói criado pela dupla de autores de quadrinhos Joe Shuster e Jerry Siegel. Sua primeira aparição foi apresentada na revista Action Comics #1 em 1938.
O Super Homem nasceu no planeta Krypton e foi batizado de Kal-El (Filho das Estrelas) pelos pais biológicos, Jor-El e Lara. Foi enviado à Terra ainda bebê momentos antes de seu planeta explodir,  o foguete aterrissou na Terra na cidade de Smallville, onde o jovem Kal-El foi descoberto e adotado pelo casal de fazendeiros Jonathan e Martha Kent e recebeu em sua nova casa o nome de Clark Kent, nome que conhecemos melhor. Conforme foi crescendo, ele descobriu que tinha habilidades diferentes dos humanos. A origem e poderes da personagem foram sendo expandidos e alterados gradativamente ao longo dos anos para acompanhar a evolução do público. Quando não está atuando com o tradicional uniforme azul e vemelho, ele vive como Clark Kent, repórter do Planeta Diário. Clark trabalha com Lois Lane.
Fazendo uma observação mais profunda notamos que o Super homem passa a vida a esconder a sua verdadeira identidade, foge de uma mulher que gosta dele, veste as cuecas por fora das calças, usa botas vermelhas de vinil, tem a mania de trocar de roupa em cabines telefônicas no meio da rua em plena luz do dia e reage mal a kryptonita.

Desconfio que seja um grande Exibicionista!

domingo, 8 de setembro de 2013

Super Homem no Divã

Um pontinho vermelho no céu não é nem um pássaro nem um avião, é o Super-Homem. O personagem foi apresentado ao mundo em 1938, quando os EUA haviam acabado de passar por sua maior crise econômica, e a ideia de um herói indestrutível, defensor dos oprimidos, casou bem com o espírito da época.
O herói foi lançado como os deus de nosso tempo, bastião moral que representa nossas melhores características mas sem a parte do culto e adoração. Ele foi o lutador mais pró-ativo pela justiça, mesmo que à margem da lei.
Um super-herói tipicamente nos quadrinhos carrega capa e máscara, escondendo do mundo sua verdadeira identidade, essa metáfora se encaixa perfeitamente na fantasia de projetar uma imagem que na verdade não temos. 
Mas um super-herói no entanto é distinto de todos os outros quanto a fantasia que utiliza, o Super-Homem. O Super-Homem é o único super-herói que ao contrário dos outros se fantasia de humano, na identidade para lá de humana de Clark Kent. Clark Kent é o disfarce do verdadeiro indivíduo que é o Super-Homem que inclusive carrega roupas feitas de tecido originado de seu planeta natal. Além disso ele usa as cuecas sobre as calças, fato que causa há anos vergonha para os fãs do gênero. 
Os traumas de infância são decisivos na aparição de certos “heroísmos”, as vinganças e até de patologias mentais. A bipolaridade do Super-Homem tem diversos ter significados políticos – construídos com características de anormalidade mental ou com superpoderes simbólicos ou psicológicos, com a idealização ou exagero de traços de personalidade ou de momentos do desenvolvimento humano. 
Na história original, o notável cientista Jor-L descobriu que seu planeta, Krypton, está prestes a explodir, e tenta inutilmente convencer os outros kryptonianos a se salvarem. Entretanto, ele planeja construir uma espaçonave para salvar seu filho, Kal-L. A nave é lançada e o planeta explode, com Kal-L chegando a Terra na época da Primeira Guerra Mundial, tendo a sua aterragem sido assistida por um casal de fazendeiros que passava de carro, John e Mary Kent. O casal deixa a criança num orfanato, mas logo retorna para adotar a criança, chamando-a de Clark. Clark cresce com uma infância simples na fazenda da família Kent, em Smallville, Kansas, aos poucos descobrindo que possui vários superpoderes, mas sem saber de sua origem Kryptoniana. 
O Super-Homem é um órfão trau­ma­ti­za­do, seus pais mor­re­ram na explo­são do pla­neta Kryp­ton, após ana­li­sar essa carac­te­rís­ti­ca assus­ta­do­ra da per­so­na­li­dade dos nos­so tão esti­ma­do super-heróis, resta a cer­teza de que é melhor ser um sim­ples mor­tal bem resol­vido com seus trau­mas do que ser um super-herói problemático.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Batman no divã

Apesar do jeitão taciturno e do sentimento de culpa por nem sempre conseguir livrar Gotham City dos seus vilões, Batman não apresenta um quadro típico de depressão que, entre outras coisas, leva a sintomas físicos como perda de peso e apetite, comprometimento das atividades psicomotoras e dificuldade de concentração.
O fato de manter uma dupla identidade e, muitas vezes, se referir a si mesmo na terceira pessoa não faz de Batman/Bruce Wayne uma vítima de transtorno dissociativo de identidade. O personagem usa o disfarce para proteger a si e àqueles próximos a ele.
Batman é um "workaholic". Enfurnado na Batcaverna, dedica as horas vagas a traçar estratégias para capturar os bandidos de Gotham City. Também é metódico e organizado, mas não sofre de transtorno obsessivo compulsivo.  
Se tem algo que Batman acumulou ao longo dos anos foram episódios traumáticos. Batman parece estar sempre hipervigilante e resiste a se aproximar das pessoas. Ainda assim consegue trabalhar e exercer funções sociais diariamente, algo que um paciente que sofre de transtorno de estresse pós traumático não conseguiria fazer.
Acredito também que ele não tem transtorno de personalidade antissocial pois ao contrário das vítimas de distúrbios antissociais, Batman não age assim por prazer, mas em nome do que acredita ser seu dever: o de prender criminosos.
Mas ainda assim tem atitudes suspeitas, pois criou seu uniforme baseado no que o amedrontava quando criança: Morcegos. Usa uma cueca por cima de uma calça justa presa por um cinto fashion de utilidades, tendo o look completado por botas, além de ter um parceiro afetivo de sexualidade duvidosa.


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Homem Aranha no divã

O Homem Aranha é um herói atípico. Peter Parker, o menino que encarna o Aranha, não é um ser superpoderoso de outro mundo, muito menos vingativo e endurecido , não fica verde de raiva nem é exacerbadamente patriota. O Homem Aranha é um inseto tão aparentemente frágil quanto uma aranha.
Peter é um adolescente estudioso, tímido, igual a muitos, anda de ônibus, chega atrasado ao trabalho e, quase sempre, não sabe onde colocou as próprias meias. A força deste personagem está exatamente em ser gente como a gente é.
Os mitos revelam que para o herói ser herói é preciso primeiro sentir-se abandonado. Peter Parker, órfão de pai e mãe, é adotado com carinho e compaixão pelos tios Ben e May. Mas isto não prejudicou Peter. Até Norman Osborn, o cientista cruelmente ambicioso, espera e vê algo em Parker: o filho que gostaria de ter tido, um menino com uma mente inventiva e curiosa. 
Peter carrega dentro de si poder, responsabilidade e um misto de dever e culpa muito maiores do que sua idade poderia suportar. Ao ser picado por uma aranha, Peter Parker acaba tendo sua cadeia de DNA modificada, o que o faz ganhar super poderes. O primeiro é o fim de sua miopia. O outro é a sua tonificação muscular.
Peter Parker, agora "geneticamente modificado" terá de "construir uma identidade", daí a roupa e outros adereços que vai usando; terá de ser respeitado (combate ao crime); terá de derrotar o vilão (sobrepujar o pai) e, finalmente, conquistar a mocinha revelando quem é. Quando tudo isso ocorrer terá se tornado um adulto.


domingo, 25 de agosto de 2013

Homem de Ferro no divã

Homem de Ferro é "um personagem complexo. O alter ego é Homem de Ferro, mas Tony Stark é um ser humano: ao contrário de outros super-heróis, ele não tem superpoderes.
Em suas encarnações mais recentes, ele sofre de ataques de pânico debilitantes, que no filme são representados frequentemente e realisticamente. Em pelo menos três ocasiões o vemos congelado, incapacitado por esses ataques.
Dada a constelação de sintomas que ele apresenta ─ como pesadelos, pensamentos intrusivos recorrentes, evasão do evento traumático, hipervigilância e os episódios de pânico, a psicóloga Letamendi considera que o Homem de Ferro sofre de  transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).
Tony Stark começa a ser assombrado pelo seu passado. Com dificuldade para dormir, o preocupado Stark permanece construindo novas armaduras e se aperfeiçoando.
Tony Stark não é escravo da armadura e seu real poder é a inteligência, que é o que de fato o torna o Homem de Ferro. Stark está mais humano e perturbado após ter participado das batalhas ao lado dos vingadores, esbarrando com problemas que, de certo modo, ele ajudou a criar há 13 anos. Temos aqui o herói mostrando uma faceta um pouco frágil de sua personalidade, com o filme mais focado na sua pessoa do que no herói de armadura. Engana-se, no entanto, aquele que confundir esta fragilidade com fraqueza. Stark continua tão sagaz, esperto e debochado quanto sempre foi.


sábado, 24 de agosto de 2013

Hulk no divã

Todo mundo tem um super-herói preferido. Adultos e crianças, em escalas variadas, identificam-se com as figuras míticas, fortes e invencíveis dos heróis ficcionais. Em segundo plano, porém, sempre recobertas por misteriosa névoa, ficam suas características psicológicas. Analisando os super-heróis em conjunto, na imensa maioria são órfãos que tiram sua força de algum trauma que tenha ocorrido em suas vidas, principalmente na infância.
Por mais "normal" que um super-herói possa parecer à primeira vista, o fato em si da dupla personalidade de Bruce Banner já caracteriza uma personalidade psicótica.
Quando o Dr. Bruce Ban­ner, esqui­zo­frê­nico que vive em luta cons­tante con­tra seu mons­tro inte­rior, é ven­cido por sua per­so­na­li­dade agres­siva inte­ri­o­ri­zada, aflora de “Hulk: agre­dido pelo pai na infân­cia“suas entra­nhas o poten­cial des­tru­tivo na forma de seu alter-ego Hulk. O mons­trengo verde per­mite ao Dr. Bruce lidar com sua iden­ti­fi­ca­ção pro­je­tiva e assim, projetando-se em Hulk, esca­par da culpa ou, ainda, encon­trar aí a cora­gem para rea­gir diante de situ­a­ções con­tra as quais sente-se impo­tente. Essa carac­te­rís­tica de sua per­so­na­li­dade, que mais tarde tomou pro­por­ções drás­ti­cas ao ser atin­gido por radi­a­ções gama, desenvolveu-se ainda na infân­cia, quando teria sofrido agres­sões por parte de seu pai.
Robert Bruce Banner era o filho de um alcoólatra que odiava profundamente. A mãe de Bruce Banner mostrou muito carinho para o seu filho, para onde direcionou seu amor, mas isso só serviu para alimentar a fúria de seu pai. Dr. Brian Banner foi um físico nuclear que trabalhava na produção de energia nuclear limpa como fonte de energia, mas ele estava com medo de sua exposição criasse genes mutantes em seu filho. Bruce mostrou sinais de alta inteligência em uma idade precoce que fortaleceu a crença de seu pai. Brian tornou-se violento com seu filho Bruce e quando sua mãe interveio, Brian assassinou. Assustado Bruce para manter a calma e salvar a sua própria vida desencadeou um instituto psiquiátrico com sua per­so­na­li­dade agres­siva.
Quando criança, Bruce foi retirado do convívio familiar, possivelmente desenvolvendo uma personalidade dividida para ajudar a lidar com sua dor e raiva. Bruce tinha achava difícil desenvolver amizades e muitas vezes agiu com extrema violência e agressão física nas mãos dos valentões da escola. Um incidente provocou-lhe para construir e plantar uma bomba no porão de sua escola. A bomba foi um fracasso, e Bruce foi expulso, mas os militares tomaram conhecimento de sua genialidade. Eventualmente, Bruce obteve um doutorado em física nuclear e começou uma carreira com eles.
Bruce Banner é o único personagem que recorreu a produtos químicos para superar traumas decorrentes do bulling que tomou desde a infância. O vestuário incentiva o consumismo, pois a cada vez que ele se transforma, as peças de roupa se rasgam e logo depois ele aparece com uma nova, advinda de sua fantástica fabrica secreta. Tudo isso nos faz perceber que o Hulk nada mais é do que um nerd que queria ficar bombadão pra conseguir uma namorada... mas como não queria suar nas academias, foi atrás dos raios gama.

Gavião Arqueiro

Existem muitos super-herois que não passam de pessoas normais, que devido a algum tipo de trauma passaram a usar uma fantasia e lutar contra o crime.
Gavião Arqueiro
Nome: Clinton Francis Barton
Nome original: Hawkeye
Licenciador: Marvel Comics
País de origem: Estados Unidos da América
Criado por: Don Heck, Stan Lee 
O Gavião Arqueiro era um modesto mas habilidoso arqueiro de circo, até que viu o Homem de Ferro em ação. Achando que também podia ser um herói, ele fez um uniforme e iniciou uma ronda pela cidade. Mas, para seu azar, em sua primeira missão (capturou ladrões de jóias) foi confundido com membro de quadrilha pelos policiais. Ele foi salvo dos tiras pela Viúva Negra, que o recrutou em sua luta contra o Homem de Ferro. Com o passar do tempo, o Gavião deixou a vida de crimes, limpou seu nome e passou a lutar ao lado dos Vingadores.
O Gavião Arqueiro não dispõe de qualquer poder de natureza sobre-humana, porém, ele é o mestre supremo do arco e flecha, é um excelente estrategista, artista marcial, líder e acrobata. Clint, possui uma visão extremamente espetacular e com ela é capaz de realizar feitos aparentemente impossíveis para um ser humano normal. Sua mira é excepcional e provém de seus longos e árduos treinamentos desde a infância, o que o faz realizar muitas vezes, proezas inimagináveis seja com seu arco e flecha ou com qualquer outro objeto disponível em mãos.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Dilmom - A mãe de Dilbert

Dilmom é a mãe de Dilbert nos quadrinhos de Scott Adams. Ela é carinhosa e inteligente, não muito diferente de seu filho. 
Ela costumava pensar Dilbert trabalhava em uma ferrovia, confundindo a sua profissão de engenheiro eletricista com um engenheiro ferroviário. Ela é muitas vezes sarcástica e abertamente indiferente para com seu filho, na série de TV, ela afirma que, embora ela o ama como a família, ela não gosta dele como um indivíduo. Ela tem quase o mesmo nível de conhecimento técnico de Dilbert, embora ele tenha que fazer o trabalho técnico para ela. Ela está obcecada com Scrabble, e foi acusado de fazer batota com vogais "falsas", que é uma referência a própria mãe de Adams. Ela também está em lista de mal clientes de uma loja de departamento de nome desconhecido, por devolver depois da compra mais de mil itens para a loja, um lenço em particular foi devolvido 17 vezes.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Ratbert - Rato de estimação


O nome verdadeiro de Ratbert é XP-39C ^ 2, ele é o rato de estimação de Dilbert. Ele vive com Dilbert e Dogbert. 
Ele é sócio com Dogbert em uma empresa de consultoria onde iniciou sua carreira como estagiário, tornou-se o vice-presidente de Marketing e CEO da empresa de Dilbert. Ele é um ignorante e otimista. Dilbert e Dogbert vezes protege de seu próprios erros ou fraudes de outros.
Ele era um rato utilizado como um animal de teste de laboratório. É um personagem alegre e idiota que faz observações ocasionalmente brilhante. Ele normalmente fica com todos os empregos menores, mas tem sido visto como um consultor. Ele provocou a queda dos cabelos de Pointy Haired Boss que estava sob seu feitiço durante sua atuação como consultor. Ratbert é originalmente detestado por Dilbert por ser um rato, mas mais tarde é aceito como um membro da família. Ele não foi originalmente concebido como um personagem regular, mas por causa de sua popularidade com os leitores, ele foi mantido.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Loud Howard - O boca aberta



Loud Howard é um engenheiro da Path-E-Tech e é um personagem menor nos quadrinho, mas ele é um personagem regular na série de TV (onde o volume de sua voz é realmente perceptível e mais engraçado). Ele é extremamente forte e joga para trás as pessoas com a altura de sua voz. Quando ele espirra, é altamente recomendável se proteger. Loud Howard vive em uma casa relativamente agradável que faz fronteira com uma linha férrea e um aeroporto. Isso pode explicar por que ele fala tão alto.
Loud Howard é incapaz de falar baixo, e na série de TV com a voz irresistível muitas vezes quebra tudo ao seu redor, incluindo o tímpanos das pessoas. Ele também já quebrou o vidro, empurrou com avoz as pessoas contra a parede e, pior ainda, matou pessoas.

A altura de sua sua voz é representada por letras enormes e sua boca comicamente enorme (ao falar), que ocupa a maior parte do espaço disponível do painel e por isso é difícil de sustentar como uma piada. 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Catbert - O "diretor de recursos desumanos"


Adams trouxe Catbert como mau diretor de recursos humanos. Catbert apareceu quando contratou Dogbert para lidar com o downsizing e criou um organograma novo e difícil.
Com a ajuda de sua "política de gerador aleatório"  ele toma sádicas e ilógicas decisões, muitas vezes para se impor sobre os trabalhadores, decisões estas como exigir que os funcionários agendem tempo para adoecer antes que eles realmente fiquem doentes, substituir o plano de saúde pelo Buscador Google, contar o tempo gasto no banheiro como "férias". Ele tem a ajuda de seu "Life Suck 3000"  (para sugar a força da vida de funcionários mais rápido do que o normal), e sua biblioteca de ligantes de RH que dão estratégias de downsizing e contratação de idiotas. Ele trabalha em conjunto com o chefe Pointy-Haired, embora de vez em quando ele assedia-o com suas políticas. Catbert celebra a criação de uma nova política do mal, ronronando alto, se abraçando, fazendo a "dança do mal" , ou por vezes rindo para si mesmo.

sábado, 1 de setembro de 2012

Carol - A secretária mau humorada


Carol é a secretária mau humorada do chefe Pointy-Haired. Ela odeia o chefe e todos os seus colegas de trabalho. 
Originalmente era uma personagem que pouco aparecia nas histórias da empresa onde Dilbert, Alice, Asok, Ted, Loud Howard e Wally trabalham. A popularidade de sua personagem como "a secretária do inferno" cresceu o suficiente ao ponto dela ter histórias inteiras para si mesma na tira. Uma vez ela até tinha um secretária própria, mas desapareceu. O chefe Pointy-Haired deixou claro que Carol nunca será promovida, embora ela tenha especialização e Master of Business Administration (MBA).

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Asok: O estagiário


Asok é um jovem estagiário. Ele trabalha muito duro, mas nem sempre obtém o reconhecimento adequado. 
Asok é intensamente inteligente, mas ingênuo sobre a vida corporativa, a quebra de suas ilusões otimistas são frequentes nos quadrinhos. Asok é indiano, e se graduou no Instituto Indiano de Tecnologia (IIT). Os companheiros, especialmente o chefe, muitas vezes sem querer pisam em suas crenças culturais. Se Asok menciona suas crenças, é normalmente ignorado. As pontuações Asok em testes de QI é 240, mostram que ele é o membro mais inteligente da equipe de engenharia. Há algumas piadas sobre ele ter poderes psíquicos que ele aprendeu no IIT. No entanto, apesar de sua inteligência, ética e poderes místicos, Asok às vezes considera o conselho de Wally nas artes da preguiça e de Dilbert em sobreviver no escritório.

domingo, 1 de julho de 2012

Ted Guy - demitido ou promovido.


Ted é um engenheiro, foi muitas vezes visto do lado de para fora da empresa com Wally. 
Ele é referenciado pelo seu nome nas histórias em quadrinhos mais antigas. Ele é amigo de Dilbert e Wally, mas não é visto com Alice ou Asok. Ele foi demitido e morto várias vezes (uma delas, sendo empurrado escada abaixo), por isso que ele é recontratado e trazido de volta à vida de maneira similar por outros personagens. Além disso, ele é muitas vezes promovido e tem vantagens sobre os outros empregados. Ted tem uma esposa e filhos. Scott Adams se refere a ele como o Ted Guy sempre que tem de demitir ou matar alguém, ele usa Ted, mas lentamente ao longo do tempo Ted tornou-se um personagem.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Pointy Haired Boss - O chefe


Pointy-Haired é o pior pesadelo dos empregados. Não nasceu mau e sem escrúpulos, mas lutou arduamente para o conseguir. E teve sucesso. O seu nível de inteligência está muito abaixo do de todos os empregados - afinal, é por isso que é o chefe.
Scott Adams afirma que ele nunca nomeou-o para que as pessoas podem imaginar que ele é o chefe. Pointy-Haired foi descrito como um gerente de meia-idade, careca e com papadas. Ele não entende as questões técnicas, mas sempre tenta disfarçar isso, usando palavras de efeito que também não entende. Pointy-Haired trata seus funcionários, alternadamente, com entusiasmo ou negligência, a maioria das vezes para usa-los para seus próprios fins, independentemente das consequências. Adams descreveu que "Ele não é sádico, apenas indiferente."
O nível de inteligência de Pointy-Haired varia de quase vegetativo a perspicaz e inteligente, dependendo das necessidades dos quadrinhos. Sua total falta de ética nos negócios é perfeitamente coerente. Seu irmão é um demônio chamado "Phil, o Príncipe da Luz insuficiente", e de acordo com Adams, o cabelo pontudo destina-se á lembrar dos chifres do diabo.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Dogbert - o megalomaníaco


Dogbert - Parecido com Dilbert nos óculos e no dom da palavra, é inteligente mas muito cínico. É consultor externo, trata as pessoas com desdém e adora demonstrar a sua superioridade intelectual. a sua não secreta ambição é escravizar os humanos.

O sonho de Dogbert foi alcançado várias vezes através de métodos como hipnose e em episódio que aparece como um extraterrestre ou como profeta. Muitas vezes, porém, ele abandona seu posto, devido ao tédio, ou devido á convicção de que as pessoas não merecem tê-lo como líder. Ele também já foi governante de Elbonia, embora rapidamente renunciou ao título. Já concorreu à Presidência dos Estados Unidos em pelo menos duas ocasiões, como candidato de terceiro partido, aparentemente perdendo. Dogbert parece ter alinhado com políticas conservadoras, teve seu breve mandato como um apresentador de rádio. Durante sua corrida presidencial de 2008, Dogbert parecia defendem pontos de vista políticos republicanos, incluindo uma linha dura contra o terrorismo e ceticismo em relação ao aquecimento global.

Dogbert esconde seu desagrado para os seres humanos. Dogbert é conhecido por proteger e ajudar Dilbert quando ele é vítima de acontecimentos sinistros. Ele não tem nenhum problema em fazer piadas sobre Dilbert, mas não tolera qualquer outra pessoa além de Dilbert. Dogbert muitas vezes resgata Dilbert dos outros. Ele sempre dá conselhos para Dilbert, sobre como resolver seus problemas e geralmente mostra ter algum nível de respeito por ele. Adams descreve que não há explicação de por que Dogbert escolhe viver com Dilbert, exceto por divertimento. E se Dilbert entra em problemas, pode contar com Dogbert para tirá-lo. Dogbert fez muitos empreendimentos no mundo dos negócios, muitas vezes como um consultor que hypes emergentes. Nesta posição, ele normalmente leva vantagem da estupidez e ingenuidade. Quando contratado como consultor para criar um novo logotipo, Dogbert propôs usar um pedaço de papel com uma mancha circular a partir de sua xícara de café como o Anel Brown de Qualidade. Ele também foi um funcionário de suporte técnico, um supermodelo, um professor substituto, um advogado, um líder de culto, um bilionário, um apresentador de rádio, um candidato do Supremo Tribunal Federal, o líder do FBI, e muitas outras ocupações. Ele abana o rabo quando alguém cai de um de seus esquemas..

domingo, 1 de abril de 2012

Wally - O trabalhador de baixa performance


Wally é Engenheiro e esta á integrado na equipe de Dilbert, de quem é colega inseparável e com quem partilha as frustrações do dia-a-dia. Está também sujeito aos caprichos do chefe.
A gerência da Pacific Bell, empresa onde Wally trabalha congelou-o em sua posição ao invés de demiti-lo. Em seguida, a empresa começou a oferecer um pacote de indenização generosa para parte dos trabalhadores que pedirem demissão, deste modo sabendo que ele foi indicado para deixar a empresa e sabendo que era melhor deixar com indenização do que sem dinheiro. Estes fatos foram um incentivo para se tornar um trabalhador de baixa performance.
Wally tem dedicação séria em direção a esse objetivo, e o tornou-se um funcionário completamente sem vergonha e sem senso de lealdade. Já apareceu como um engenheiro cínico que quebrou o espírito de um recém-chegado. Entrou em confronto com Dilbert e outros colegas de trabalho. Foi reprovado em um teste de drogas por testar positivo para Diet Pepsi e Cheetos. "Bufou" por uma cliente (mulher) com um nariz enorme.
A série retrata Wally como o um programador muito bom. "Ele acabou de programar um banco de dados inteiro do zero!". Ele resolveu o bug Y2K, quanto hipnotizado. Quando a hipnose desaparece, Wally afirma que está mais "cansado" do que o normal e pergunta se ele estava trabalhando.
Wally bebe muitos copos de café. Faz pouco trabalho e evita situações nas quais ele tem que trabalhar. Ele não tem lealdade à empresa, incomoda outras pessoas perguntando coisas inuteis durante pedidos de orçamento, vive pendurado no cubículos dos outros (especialmente Alice). Tem sido muitas vezes criticado por falta de higiene, particularmente flatulência crônica. Constantemente alfineta Alice com piadas machistas, onde geralmente ocorre retaliação violenta.
Wally é "eficaz em sua própria maneira". Por causa de sua preguiça, encontra meios criativos de resolução de problemas, tais como a obtenção de Alice para dobrar uma haste de metal para o projeto de Dilbert, dizendo-lhe que é um prêmio "por ser do sexo masculino”. Usa sua preguiça para obter outros a fazer o seu trabalho para ele, e tem muitas desculpas criativas para evitar o trabalho (como "imaginando o que seria como ser uma mosca").
Wally foi casado pelo menos três vezes, sua última esposa divorciou-se dele por causa de suas longas horas de trabalho. Ele parece ter uma queda por Tina do Escritório Tech (embora o sentimento está longe de mútuo), e namorou várias vezes.
Wally tem uma relação mentor-aluno com Asok, e disse-lhe que a razão pela qual ele gosta de falar com ele é que ele está lá. Ocasionalmente, em reuniões de equipe, ele dá o PHB do "Relatório de Wally": uma sobre-dramático, o relatório-história como detalhar seu programa semanal "realizações", que são sempre trivial, se não inexistente. Algumas delas incluem: Copiando 'mais de 800.000 bits de dados para backup. Copiar seu currículo em um disquete, afirmando que "ele teve tanto trabalho, colocando a sua felicidade em perigo extremo, então, ao invés de fazer o seu trabalho, escreveu o Relatório Wally.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Alice, um toque feminino á equipe de Dilbert.


Alice é uma engenheira que está integrada na equipa de Dilbert, o que dá um toque feminino á equipe. É a mais reivindicativa, quando os outros se calam, a sua voz continua a fazer-se ouvir. Ela tem cabelos longos encaracolados, que tem um grande penteado triangular.
Alice é um dos engenheiros que mais trabalham nos quadrinhos. No entanto, ela raramente é recompensada pelo seu árduo trabalho, embora fosse por um tempo o mais bem pago dos engenheiros na empresa. Ela foi homenageada por receber a sua décima quarta patente. Está em contraste com Wally , que não faz nenhum trabalho e recebe quase a mesma recompensa. Alice também sofre todos os problemas de ser uma engenheira (mulher), ela não tem tolerância para a discriminação que sofre, tem pouca simpatia por outras mulheres que afirmam ser a vítima de discriminação afirmando que as outras se recusam a trabalhar tão duro quanto ela. Alice é mais bem sucedida em sua vida social do que colegas de trabalho. Ela já namorou várias vezes, e costumava sair com um carpinteiro caolho . Ela estava quase a casar com um homem, mas recusou-o no último minuto.
Alice tem pavio curto. Sua raiva é frequentemente expressa em violência física, na maioria das vezes se manifesta sob a forma de seu "Sorriso da Morte". Na história entre outras coisas, chutou um Elboniano em seu próprio país, rasgou a manga da camisa de Asok, chutou para fora do edifício um grande cliente, armou uma trituradora de papel para machucar o estagiário do departamento, deu um soco em um cabeça colega de trabalho, quando ele queria fazer uma pergunta no final de uma reunião invulgarmente longa. Ela ocasionalmente alega ter superpoderes . Em uma história em quadrinhos ela foi diagnosticada com síndrome do carpo Punchel e foi forçado a parar de usar seu "Sorriso da morte" por duas semanas (substituindo-o pelo só-um pouco "Foot of Death" ameaçador.) Outros colegas de trabalho usaria sua raiva para a sua vantagem ou da empresa. Em uma série de tiras de 2008, envolvendo a empresa de construção robôs assassinos, Dogbert usou sua técnica de rumor, espalhando fofocas, que os robôs falaram que o cabelo de Alice estava fora de moda e, assim, ela socou todos os robôs até a morte com sua "mão da morte" . 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Dilbert 30 anos, engenheiro.


Dilbert foi inspirado em vários colegas de trabalho de Scott Adams, e as primeiras tiras eram baseadas no seu dia-a-dia no Crocker National Bank e na Pacific Bell. Mostrando funcionários de grandes empresas como vítimas de gerentes incompetentes e colocando-os em situações ridículas e absurdas. O bonequinho sem boca foi incluído em 1996 pela revista People em sua lista das 25 personalidades mais interessantes do país, no ano seguinte, Dilbert apareceu na capa da revista Time, como uma das 25 figuras mais influentes dos EUA.
Vários críticos já apontaram que as tiras fazem humor à custa da imbecilidade dos chefes mas nunca abordam as razões desse comportamento, não dando abertura para um questionamento dos problemas reais das grandes corporações. Adams esquiva-se de responder com interpretações mais profundas e afirma que o objetivo das tiras é simplesmente divertir: "Minha meta não é mudar o mundo, somente ganhar algum dinheiro e fazer com que vocês riam um pouco."
Dilbert está mergulhado em burocracia e cercado de incompetência, seu trabalho é como uma tortura inevitável. 
O Princípio Dilbert nasceu como artigo para o Wall Street Journal e transformou-se depois em livro. O conceito básico do Princípio Dilbert é que os funcionários mais ineficazes são sistematicamente transferidos para onde podem causar menos danos: a gerência. Isto é uma adaptação do Princípio de Peter, segundo o qual os funcionários capazes iriam sendo promovidos até alcançarem o seu nível de incompetência. A diferença introduzida por Adams está em outro conceito: "As pessoas são idiotas. Inclusive eu. (...) A única diferença é que somos idiotas em áreas diferentes, em diferentes ocasiões. Por mais esperto que seja, você passa a maior parte do dia agindo feito um idiota. Essa é a premissa básica desta obra tão erudita." E agora? Você prefere ser chamado de incompetente por Peter ou de idiota por Adams?

domingo, 1 de janeiro de 2012

Dilbert - O engenheiro.


Criação: Em meados de 1989, o norte-americano Scott Adams trabalhava como funcionário para o Crocker Bank e, entediado com o ofício que detestava, começou a desenhar uma tirinha em quadrinhos para se distrair. 
O protagonista era um funcionário medíocre, inspirado por ele mesmo, chamado Dilbert. Hoje, a tira é uma das mais lidas em todo mundo, deu origem a uma série de livros e até mesmo batizou obras e teses econômicas, transformou-se em desenho animado e, revela Adams, se tornará um filme.
Enredo: Dilbert é o funcionário de uma grande empresa e suas histórias retratam o cotidiano do mundo dos negócios, da maneira mais realista e sarcástica possível. As burocracias inúteis, os chefes burros e torturadores, os tecnocratas e os preguiçosos, enfim, todos os tipos comuns que vemos ou com que lidamos no dia a dia de nossos próprios empregos são retratado na tira de maneira magistral. O personagem principal é baseado nas experiências do próprio autor - que também usa óculos, passou anos enfiado em um cubículo, adora tecnologia e sente-se “oprimido pelo sistema” - e em colegas que trabalharam com ele.
Personagens: Confira alguns dos personagens que contracenam com Dilbert e em quem eles foram inspirados: Alice: a engenheira da firma é baseada em uma mulher com quem Adams trabalhou, que era a única pessoa do sexo feminino em um grupo de engenheiros da companhia PacBell. A “verdadeira” Alice, assim como sua contra-parte nos quadrinhos, é rude e agressiva.
Wally: O preguiçoso amigo de Dilbert era um jovem gênio da computação quando entrou na firma de Dilbert (ele teria descoberto, inclusive, o bug do milênio, na década de 70). A rotina, a burocracia e a má-vontade dos colegas, no entanto, o transformaram em um vagabundo que não quer nada com o trabalho. Segundo Adams, Wally foi baseado em um colega seu que era muito competente, mas não fazia nada porque queria que a firma o despedisse, já que queria pegar o dinheiro da rescisão para iniciar um negócio próprio.
Dogbert: O inteligentíssimo e sarcástico cachorro reúne, segundo Adams, as características de um colega de trabalho misturadas a de uma cadela beagle que ele teve por 14 anos. “Ela nunca vinha quando a gente chamava. Achava que nós, humanos, estávamos lá para diverti-la”, conta.
Pointy Haired: O chefe de Dilbert é a mistura perfeita - ou melhor, imperfeita - das piores características de todos os chefes que o autor já teve na vida: inveja, burrice, arrogância, sadismo, insensibilidade e paixão por poder e burocracia.