sábado, 1 de abril de 2017

Revoltas no Brasil - 1534 - A Guerra de Iguape

A Guerra de Iguape aconteceu entre os anos de 1534 e 1536, na região de São Vicente, São Paulo. Em virtude de uma interpretação particular do Tratado de Tordesilhas, alguns espanhóis, liderados por Ruy Garcia de Moschera, instalaram-se nos arredores da província vicentina. Aliados aos índios carijós, fundaram uma vila (a I-Caa-Para) e venceram algumas batalhas contra corsários franceses.
Quando as forças de defesa luso-brasileiras enfrentaram o contingente espanhol, foram prontamente derrotadas. Em sequida, Garcia de Moschera e seus seguidores ocuparam e saquearam São Vicente, levando inclusive o livro do Tombo. No entanto, em virtude das incursões sistemáticas das forças luso-brasileiras que arregimentaram outros índios rivais, "de serra acima", os espanhóis foram forçados a se retirarem, primeiro para a Ilha de Santa Catarina, e, depois, para Buenos Aires.

Revoltas que marcaram a história do Brasil - Revoltas Regenciais

As Revoltas Regenciais foram rebeliões que ocorreram em várias regiões do Brasil durante o Período Regencial (1831 a 1840). Aconteceram em função da instabilidade política que havia no país (falta de um governo forte) e das condições de vida precárias da população pobre, que era a maioria naquele período.
Principais revoltas regenciais:
Cabanagem (1835 a 1840) - Local: Província do Grão-Pará
- Revoltosos: índios, negros e cabanos (pessoas que viviam em cabanas às margens dos rios).
- Causas: péssimas condições de vida da população mais pobre e domínio político e econômico dos grandes fazendeiros.
Balaiada (1838 a 1841) - Local: Província do Maranhão
- Revoltosos: pessoas pobres da região, artesãos, escravos e fugitivos (quilombolas).
- Causas: vida miserável dos pobres (grande parte da população) e exploração dos grandes comerciantes e produtores rurais.
Sabinada (1837 a 1838) - Local: Província da Bahia
- Revoltosos: militares, classe média e pessoas ricas.
- Causas: descontentamento dos militares com baixos salários e revolta com o governo regencial que queria enviá-los para lutarem na Revolução Farroupilha no sul do país. Já a classe média e a elite queriam mais poder e participação política.
Guerra dos Farrapos (1835 a 1845) - Local: Província de São Pedro do Rio Grande do Sul (atual RS).
- Revoltosos: estancieiros, militares-libertários, membros das camadas populares, escravos e abolicionistas.
- Causas: descontentamento com os altos impostos cobrados sobre produtos do sul (couro, mulas, charque, etc.); revolta contra a falta de autonomia das províncias.
Revolta dos Malês (1835) - Local: cidade de Salvador, Província da Bahia.
- Revoltosos: escravos de origem muçulmana.
- Causas: os revoltosos eram contrários à escravização, à imposição do catolicismo e às restrições religiosas.

Revoltas que marcaram a história do Brasil - Revoltas Nativistas e Separatistas.

A exploração excessiva que era feita pela metrópole portuguesa teve seus reflexos de descontentamento a partir do final do século XVII. Neste, ocorreu apenas um movimento de revolta, mas foi ao longo do século XVIII que os casos se multiplicaram. Entre todos esses movimentos, podem-se distinguir duas orientações nas revoltas: a de tipo nativista e a de tipo separatista. As revoltas que se encaixam no primeiro modelo são caracterizadas por conflitos ocorridos entre os colonos ou defesa de interesses de membros da elite colonial. Somente as revoltas de tipo separatista que pregavam uma independência em relação a Portugal.
Entre as revoltas nativistas mais importantes estão: Revolta de Beckman, Guerra dos Emboabas, Guerra dos Mascates e a Revolta de Filipe dos Santos.
São revoltas separatistas: Inconfidência Mineira e Conjuração Baiana.
A Revolta dos Beckman ocorreu no ano de 1684 sob liderança dos irmãos Manuel e Tomas Beckman. O evento que se passou no Maranhão reivindicava melhorias na administração colonial, o que foi visto com maus olhos pelos portugueses que reprimiram os revoltosos violentamente. Foi a única revolta do século XVII.
A Guerra dos Emboabas foi um conflito que ocorreu entre 1708 e 1709. O confronto em Minas Gerais aconteceu porque os bandeirantes paulistas queriam ter exclusividade na exploração do ouro recém descoberto no Brasil, mas levas e mais levas de portugueses chegavam à colônia para investir na exploração. A tensão culminou em conflito entre as partes.
A Guerra dos Mascates aconteceu logo em seguida, entre 1710 e 1711. O confronto em Pernambuco envolveu senhores de engenho de Olinda e comerciantes portugueses de Recife. A elevação de Recife à categoria de vila desagradou a aristocracia rural de Olinda, gerando um conflito. O embate chegou ao fim com a intervenção de Portugal e equiparação entre Recife e Olinda.
A Revolta de Filipe dos Santos aconteceu em 1720. O líder Filipe dos Santos Freire representou a insatisfação dos donos de minas de ouro em Vila Rica com a cobrança do quinto e a instalação das Casas de Fundição. A Coroa Portuguesa condenou Filipe dos Santos à morte e encerrou o movimento violentamente.
A Inconfidência Mineira, já com caráter de revolta separatista, aconteceu em 1789. A revolta dos mineiros contra a exploração dos portugueses pretendia tornar Minas Gerais independente de Portugal, mas o movimento foi descoberto antes de ser deflagrado e acabou sendo punido com rigidez pela metrópole. Tiradentes foi morto e esquartejado em praça pública para servir de exemplo aos demais do que aconteceria aos descontentes com Portugal.
A Conjuração Baiana, também separatista, ocorreu em 1798. O movimento ocorrido na Bahia pretendia separar o Brasil de Portugal e acabar com o trabalho escravo. Foi severamente punida pela Coroa Portuguesa.

Revoltas que marcaram a história do Brasil - Revoltas de escravos.

Revoltas de escravos pipocaram, em maior ou menor envergadura, por todo o Brasil durante o período colonial. 
A exemplo da resistência indígena, a luta dos africanos, contra a escravidão, existiu sob variadas formas, nem sempre radicais.
Foram utilizados feitiços contra os senhores, fugas individuais para a liberdade, simulação de doenças para evitar o trabalho, quebra dos instrumentos de produção e a constituição de laços de solidariedade étnica ou a partir da criação de parentesco.
Neste sentido, a resistência coletiva simbolizada pela formação de quilombos, mais que nenhuma outra, serve a desmistificação do seu caráter revolucionário, constituindo uma espécie de “rebeldia ambígua”.
Fugindo sozinhos ou em grupos, os escravos africanos que rumavam para os quilombos, em geral, buscavam sobreviver com autonomia, não lutavam para destruir a instituição escravocrata ou derrubar o Estado constituído.
Neste sentido, os quilombos não negavam a ordem escravista, antes, faziam parte do sistema escravocrata, agindo como uma válvula de escape para as tensões sociais.
Haja vista a presença de 160 quilombos, registrados ao longo do século XVIII, nunca ter desestabilizado a ordem escravocrata, não trazendo mais que receios aos senhores de escravos e um medo de sublevação geral infundado.
Na realidade, foram raras as rebeliões escravas que se alastraram ou trouxeram conseqüências mais graves para os colonos, implicando em assassinatos e destruição de propriedades, um tipo de insurreição que somente se tornou mais freqüente em época tardia, já no século XIX, tal como a revolta dos malês, em 1835, na Bahia.

Revoltas que marcaram a história do Brasil - Motins contra as mazelas coloniais.

Embora as formas de conflitualidade, envolvendo colonos, tenham sido diversificadas, estendendo-se desde revoltas de rei até a contestação de colonos sobre os atos de autoridades locais. 
Mesmo aparentado fazê-lo, sobretudo, a luz da leitura de alguns historiadores; as insurreições coloniais nunca tentaram derrubar a monarquia ou o domínio da Coroa portuguesa. Constituíram mais motins contra as mazelas coloniais do que qualquer outra coisa.
No século XVI, por exemplo, um desentendimento entre colonos e oficiais dos navios da frota do Brasil provocou um levante armado que se alastrou.
Na época, diversos artifícios garantiam a fuga do fisco a muitos comerciantes, de acordo com a Câmara da Bahia, aproveitando-se da proibição da comercialização dos produtos de estanco entre Portugal e o Brasil, sendo este um privilégio da Companhia Geral do Comércio do Brasil. 
Qualquer que fosse a mazela – impostos excessivos, medidas descabidas, abuso de autoridade, etc – a inabilidade administrativa das autoridades em lidar com a crise, tornava-se um catalisador para mobilização em torno de reivindicações que procuravam criar espaços de negociação.

Revoltas que marcaram a história do Brasil - Insurreições indígenas.

Ao contrário do que o senso comum poderia supor, a história do Brasil foi marcada por diversas formas de conflitualidade. Neste sentido, nada poderia ser mais falso do que o mito da passividade de nossa população diante de momentos de crise. Dentro do âmbito desta concepção, o período colonial foi marcado por motins, levantes, alvoroços e conjuras, enfim, rebeliões que sacudiram o Brasil entre essa revoltas há as Insurreições indígenas.
A exemplo do que ocorreu na África e na Ásia, na Terra de Santa Cruz a penetração lusitana não aconteceu sem que houvesse uma forte resistência por parte dos nativos. A insistência dos colonos portugueses em escravizar os índios e convertê-los ao cristianismo, estimulou varias insurreições.
Mal a ocupação territorial lusitana do Brasil havia começado, a inicial cordialidade indígena converteu-se em ódio mortal aos invasores que tentavam impor sua cultura, implicando em atos de desmedida violência de parte a parte. 
Em varias ocasiões, mesmo massacrados pelos colonos portugueses, quando os indígenas sobreviventes eram reduzidos a “ladrões de casa”, não sendo mais temidos por “haver muitos anos” que não mais “tinham ameaçado com guerra” as populações portuguesas, algumas tribos remanescentes conseguiam se organizar e voltar à luta.
Este foi o caso da confederação dos tamoios (1555-1567), da guerra dos aimorés (1555-1673), do levante dos tupinambás (1617-1621), da confederação dos cariris (1683-1713), da rebelião dos indígenas urbanizados (1713-1715), da guerra dos Manaus (1723-1728), da resistência guaikuru (1725-1744) e da guerra guaranítica (1753-1766); entre tantas outras revoltas de menor destaque contra o homem branco.
Mesmo nestes casos, as insurreições eram contra a restrição da liberdade, contra a escravização, a expropriação da terra, dos campos de caça, ou visavam resistir à imposição do cristianismo ou da cultura européia.

terça-feira, 14 de março de 2017

Esopo - O Fabulista.

Esopo foi um fabulista grego, nascido na Trácia (região da Ásia Menor), do século VI a.C.. Personagem quase mítico, sabe-se que foi um escravo libertado pelo seu último senhor, o filósofo Janto (Xanto).
Considerado o maior representante do estilo literário "Fábulas", possuía o dom da palavra e a habilidade de contar histórias curtas retratando animais e a natureza e que invariavelmente terminavam com tiradas morais. As suas fábulas inspiraram Jean de La Fontaine e foram objeto de milhares de citações através da história (Heródoto, Aristófanes, Platão, além de diversos filósofos e autores gregos).
As primeiras versões escritas das fábulas de Esopo datam do séc. III d. C. Muitas traduções foram feitas para várias línguas, não existindo uma versão que se possa afirmar ser mais próxima da original. Destaca-se, entre os estudiosos da obra esopiana, Émile Chambry, profundo conhecedor da língua e da cultura gregas. Em 1925 o escrito Chambry publicou, Aesopi - Fabulae (Fábulas de Esopo), contendo 358 fábulas atribuidas ao grande mestre das fábulas.

Muitas fábulas de Esopo destacam a injustiça gritante e arrogância que dominam as relações entre os seres humanos, sem ser capaz de propor uma regra positiva de conduta. Outras fábulas ridicularizam a estupidez, mesquinhez de espírito, ou a vaidade tola dos homens como ocorre "A Raposa e as Uvas" . Em alguns casos, por fim, a fábula de Esopo reflete as duras condições que regem a existência humana.
A Raposa e as Uvas, O Leão e o Rato e O Asno em Pele de Leão são exemplos conhecidos entre as centenas de fábulas que produziu.


sexta-feira, 3 de março de 2017

Esopo - A Raposa e as Uvas

A Raposa e as Uvas
Só quando reconhecemos nossas limitações
é que estamos prontos para superá-las...
Uma Raposa, morta de fome depois de um jejum não intencional, viu, ao passar diante de um pomar, penduradas nas ramas de uma viçosa videira, alguns cachos de exuberantes Uvas negras, e o mais importante, maduras.
Não pensou duas vezes, e depois de certificar-se que o caminho estava livre de intrusos, resolveu colher seu alimento.
Para isso não poupou esforços. E usando os seus dotes, conhecimentos e artifícios resolveu pegá-las. Mas, estavam fora do seu alcance, e depois de muitas tentativas sem nada conseguir, desistiu.
Desolada, cansada, faminta, frustrada com o insucesso de sua empreitada, suspirando, deu de ombros, e se deu por vencida.
Por fim deu meia volta e foi embora. Saiu consolando a si mesma, desapontada, dizendo:
"Na verdade, olhando agora com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras, como eu imaginei a princípio..."
Moral da História: Ao não reconhecer ou aceitar as próprias limitações, perde o indivíduo a oportunidade de ouro de corrigir suas falhas...

Figuras destas fábulas desenhada em quadrinhos por Ricardo Tadeu << http://centraldequadrinhos.com - Sketch 65 - Fábulas - Ricardo Tadeu >>.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Esopo - O Leão e o Rato

O Leão e o Rato
Boas ações praticadas, bons frutos criados...
Um Leão dormia sossegado, quando foi despertado por um Rato, que passou correndo sobre seu rosto. 
Com um bote ágil ele o pegou, e estava pronto para matá-lo, ao que o Rato suplicou: "Ora, veja bem, se o senhor me poupasse, tenho certeza de que um dia poderia retribuir seu gesto de bondade..."
Apesar de rir por achar ridícula tal possibilidade, ainda assim, como não tinha nada a perder, ele resolveu libertá-lo.
Aconteceu que, pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por caçadores. Assim, preso ao chão, amarrado por fortes cordas, completamente indefeso e refém do fatídico destino que certamente o aguardava, sequer podia mexer-se.
O Rato, reconhecendo seu rugido, se aproximou e roeu as cordas até deixá-lo livre. Então disse:
"O senhor riu da simples ideia de que eu, um dia, seria capaz de retribuir seu favor. Mas agora sabe que, mesmo um pequeno Rato, é capaz de fazer um grande favor a um poderoso Leão..."

Moral da História: Nenhum ato de gentileza é coisa vã. Não podemos julgar a importância de um favor, pela aparência ou status do benfeitor.

Figuras destas fábulas desenhada em quadrinhos por Ricardo Tadeu << http://centraldequadrinhos.com - Sketch 65 - Fábulas - Ricardo Tadeu >>.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Esopo - O Asno em Pele de Leão

O Asno em Pele de Leão
Por trás das grandes muralhas sempre
se esconde um pequeno indivíduo..
Um Asno, ao encontrar uma pele de Leão, resolve então colocá-la sobre seu dorso, e a partir daí, vagava pela floresta divertindo-se com o pavor que causava aos animais que ia encontrando pelo seu caminho.

Por fim, encontra uma Raposa, e também tenta amedrontá-la. Mas a Raposa, tão logo escuta o som de sua voz, olha-o de cima a baixo, e exclama com ironia:
"Sabe, eu certamente teria me assustado, se antes, não tivesse escutado o seu inconfundível Zurro..."

Moral da História: Um tolo pode se esconder por trás das aparências, mas suas palavras acabarão por revelar à todos sua verdadeira personalidade...

Figuras destas fábulas desenhada em quadrinhos por Ricardo Tadeu << http://centraldequadrinhos.com - Sketch 65 - Fábulas - Ricardo Tadeu >>.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Saiba os verbos mais comuns da língua inglesa

Conheça os verbos mais comuns da língua inglesa e seus significados!
Verbos podem ser considerados como uma espinha dorsal de uma linguagem, sendo parte fundamental na construção de frases. Como visto durante todo ensino fundamental, médio e técnico, os verbos expressam as ações, fenômenos da natureza ou os estados das coisas.
Saber o significado de alguns verbos pode facilitar consideravelmente a comunicação em outro idioma. Em uma eventual necessidade, seja de perigo ou necessidade de informação, expressar utilizando alguns verbos pode ocasionar do entendimento parcial do receptor e assim conseguir atingir o objetivo desejado.
Por isso listo abaixo os verbos tidos como os mais importantes da língua inglesa e que pode facilitar, e muito, a sua vida quando precisar comunicar-se com um estrangeiro, confira.

Abaixo os verbos em inglês e suas respectivas traduções:
To accept => Aceitar.
To agree => Concordar.
To aswer => Responder.
To ask => Perguntar.
To be => Ser/Estar.
To believe => Acreditar.
To buy => Comprar.
To call => Chamar/Ligar.
To change => Trocar.
To choose => Escolher.
To close => Fechar.
To dance => Dançar.
To do => Fazer.
To drink => Beber.
To drive => Dirigir.
To eat => Comer.
To imagine => Imaginar.
To kiss => Beijar.
To live => Viver.
To open => Abrir.
To pay => Pagar.
To run => Correr.
To say => Dizer.
To sell => Vender.
To sleep => Dormir.
To talk => Conversar.
To wait => Esperar.
To walk => Caminhar.
To write => Escrever.
Conjugação

Uma ótima forma de conhecer outros verbos em inglês e seus significados é utilizar um dicionário. Além dos verbos você conhecerá ainda outras palavras, ampliando seu conhecimento sobre o vocabulário da Língua Inglesa e assim se familiarizar com o idioma.

O verbo mais conhecido e ensinado nesse idioma é o Verbo To be. Ele possui dois significados, ser ou estar, e para compreender melhor vamos conjugá-lo abaixo:

Pronomes Pessoais           Verbo no presente                 Significado
I                                   AM                                Sou/Estou
You                                   ARE                                É/Está
He                                   IS                                        É/Está
She                                   IS                                        É/Está
It                                   IS                                        É/Está
We                                  ARE                                Somos/Estamos
You                                  ARE                                São/Estão
They                                  ARE                                São/Estão

Lista de 100 verbos mais utilizados disponível em : 17_01_01 Os cem verbos mais utilizados em Inglês

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 07/02/2015

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Pacote de maldades de Temer-Meirelles

Já sendo colocado em prática, o pacote econômico anunciado pelo governo de Michel Temer deverá impulsionar o Brasil que em breve será a nova China em direitos trabalhistas. 
No seu conjunto, as medidas visam enfrentar a atual crise com uma brutal perdas de direitos dos trabalhadores e das camadas médias da sociedade para elevar os lucros dos capitalistas. A alta burguesia, que orquestrou o golpe e manipulou os "jornalistas", ficará com o bônus; já a ampla maioria da população entrará com o ônus. 
O pacote de maldades é tão perverso que até setores das elites já temem uma explosão de revoltas nos próximos meses. Só a velha luta de classes, que alguns pragmáticos imaginavam ter acabado, pode atrapalhar a ambição dos golpistas.
Entre outras maldades, o pacote prevê a criação de um teto para os investimentos na educação, saúde, previdência e seguridade social. A medida fere a própria Constituição Federal, que fixou regras para a destinação de recursos públicos a estes serviços essenciais ao bem-estar da população. 
O objetivo do retrocesso é eliminar as atuais vinculações obrigatórias de gastos. Caso a crueldade de Temer já estivesse valendo no país, os gastos de 2015 com estas áreas vitais para a sociedade teriam sido de R$ 600,7 bilhões, cerca de metade do R$ 1,16 trilhão contabilizado no período. Os resultados, evidentes, seriam mais filas nos hospitais, menos estudantes nas salas de aula e outras tragédias sociais.  
Na entrevista em que anunciou o pacote, Michel Temer argumentou que "as despesas do setor público estão em trajetória insustentável". Daí a urgência da maldade! 
Atuando como capacho dos banqueiros nada falou sobre os gastos exorbitantes com juros da dívida pública, que enriquecem o 1% dos ricaços que vive da especulação financeira. A "austeridade fiscal", tão em moda na Europa devastada, atingiria somente os assalariados e camadas médias da sociedade. 
Além da fixação do teto para os gastos na saúde e na educação, o "presidente interino" reafirmou que pretende fazer uma "profunda" reforma da Previdência Social. Em várias entrevistas, o seu desbocado ministro antecipou que o objetivo seria impor a idade mínima de 65 para a aposentadoria - inclusive para quem já está prestes a se aposentar. 
Como a iniciativa é explosiva, com efeitos devastadores na própria sustentação do governo e nas eleições, o setor mais "político" do Planalto evita tratar do tema. Segundo uma nota da Folha, "o governo já tranquilizou a sua tropa de choque no Congresso: só apresentou a reforma da Previdência depois das eleições municipais de 2016".
Já foi aprovado a proposta que prevê extinguir os direitos fixados na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) - como férias, 13º salário, adicionais, entre outras conquistas históricas. A proposta derrotada de FHC, que previa a prevalência do negociado sobre o legislado. 
A chamada "desindexação do salário mínimo" já havia sido antecipada por Henrique Meirelles num convescote com "investidores" em Nova York, segundo revelou a revista Época
Além destas medidas descaradamente antipopulares,Temer também anunciou várias ações contra o Estado nacional. "O presidente destacou que apoiará projeto aprovado pelo Senado que altera as regras de exploração de petróleo do pré-sal, retirando da Petrobras a exclusividade das atividades e acabando com a obrigação da estatal a participar com pelo menos 30% dos investimentos em todos os consórcios de exploração da camada. O projeto, de autoria do senador tucano José Serra, passou pelo Senado e será avaliado pela Câmara Federal", descreveu. A mídia festejou ainda a decisão de utilizar os recursos do Fundo Soberano, de acelerar o processo de privatização das estatais e de descapitalizar o BNDES.
A apresentação do pacote de maldades alegrou o "mercado", que exigia medidas duras e imediatas dos seus serviçais no assalto ao Palácio do Planalto. Ela também foi festejada pelos banqueiros, que já tenta embelezar a sinistra figura de Michel Temer. O entusiasmo dele, porém, é contido. Eles temem que o pacote de maldades gere forte desgaste para o governo e incentive a ampliação dos protestos de rua. À questão democrática se juntaria a defesa dos direitos ameaçados. 
Há temores, inclusive, de que uma massiva onda de protestos reverta os votos. Tudo indica que o país viverá momentos de forte tensão social, Os efeitos deste incêndio são imprevisíveis!   

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Akira #08de#38 - Akira n° 08 - Arma de vingança

Akira n° 8 - Arma de vingança
Esta revista pode ser baixada
em: Akira n° 08 - Arma de vingança
Publicado em: julho de 1991
Editora: Globo
Licenciador: Kodansha
Categoria: Revista Periódica
Gênero: Mangá
Status: Série completa Número de páginas: 68
Formato: Americano (17 x 26 cm)
Colorido/Lombada com grampos
Preço de capa: Cr$ 850,00
Crédito da capa e editor
Arte: Kim Oluf Jorgensen
Layout: José Moreno Capucci
Editor: Leandro Luigi Del Manto
Roteiro: Katsuhiro Otomo
Desenho: Katsuhiro Otomo
Cores: Steve Oliff
Tradutor: George Andolfato
Publicada originalmente em Akira (1988) n° 8/ - Marvel Comics (Epic Comics) 

domingo, 25 de setembro de 2016

Akira #07de#38 - Akira n° 07 - Prisioneiros e jogadores

Akira n° 7 - Prisioneiros e jogadores
Esta revista pode ser baixada
em: Akira n° 07 - Prisioneiros e jogadores
Publicado em: junho de 1991
Editora: Globo 
Licenciador: Kodansha
Categoria: Revista Periódica
Gênero: Mangá
Status: Série completa Número de páginas: 68
Formato: Americano (17 x 26 cm)
Colorido/Lombada com grampos
Preço de capa: Cr$ 750,00
Crédito da capa e editor 
Arte: Kim Oluf Jorgensen 
Layout: José Moreno Capucci 
Editor: Leandro Luigi Del Manto 
Roteiro: Katsuhiro Otomo 
Desenho: Katsuhiro Otomo 
Cores: Steve Oliff 
Tradutor: George Andolfato 
Publicada originalmente em Akira (1988) n° 7/ - Marvel Comics (Epic Comics)

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Akira #06de#38 - Akira n° 06 - Meu amigo, meu inimigo

Esta revista pode ser baixada
em: Akira n° 06 - Meu amigo, meu inimigo
Akira n° 6 - Meu amigo, meu inimigo
Publicado em: maio de 1991
Editora: Globo
Licenciador: Kodansha
Categoria: Revista Periódica
Gênero: Mangá
Status: Série completa Número de páginas: 68
Formato: Americano (17 x 26 cm)
Colorido/Lombada com grampos
Preço de capa: Cr$ 550,00
Arte: Kim Oluf Jorgensen
Layout: Marcos Camargo de Brito
Editor: Leandro Luigi Del Manto
Roteiro: Katsuhiro Otomo
Desenho: Katsuhiro Otomo
Cores: Steve Oliff
Tradutor: George Andolfato
Publicada originalmente em Akira (1988) n° 6/ - Marvel Comics (Epic Comics)

domingo, 18 de setembro de 2016

Akira #05 de #38 - Akira n° 5 - Guerra de gangues

Esta revista pode ser baixada
em: Akira n° 05 - Guerra de gangues
Akira n° 5 - Guerra de gangues
Publicado em: abril de 1991
Editora: Globo
Licenciador: Kodansha
Categoria: Revista Periódica
Gênero: Mangá
Status: Série completa Número de páginas: 68
Formato: Americano (17 x 26 cm)
Colorido/Lombada com grampos
Preço de capa: Cr$ 550,00
Arte: Kim Oluf Jorgensen
Editor: Leandro Luigi Del Manto
Roteiro: Katsuhiro Otomo
Desenho: Katsuhiro Otomo
Cores: Steve Oliff
Tradutor: George Andolfato
Publicada originalmente em Akira (1988) n° 5/ - Marvel Comics (Epic Comics) 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Akira #04 de #38 - Akira n° 4 - O Rei dos Palhaços

Esta revista pode ser baixada
em: Akira n° 4 - O Rei dos Palhaços
Akira n° 4 - O Rei dos Palhaços
Publicado em: março de 1991
Editora: Globo
Licenciador: Kodansha
Categoria: Revista Periódica
Gênero: Mangá
Status: Série completa Número de páginas: 68
Formato: Americano (17 x 26 cm)
Colorido/Lombada com grampos
Preço de capa: Cr$ 450,00
Arte: Kim Oluf Jorgensen
Editor: Leandro Luigi Del Manto
Argumento: Katsuhiro Otomo
Arte: Katsuhiro Otomo
Cores: Steve Oliff
Tradutor: George Andolfato
Primeira aparição de personagens nesta edição: Curinga
Publicada originalmente em Akira (1988) n° 4/ - Marvel Comics (Epic Comics) 

domingo, 11 de setembro de 2016

Akira # 03 de # 38 - Akira n° 3 - Número 41

Esta revista pode ser baixada
em: Akira n° 3 - Número 41
Akira n° 3 - Número 41.
Publicado em: fevereiro de 1991
Editora: Globo
Licenciador: Kodansha
Categoria: Revista Periódica
Gênero: Mangá
Status: Série completa Número de páginas: 68
Formato: Americano (17 x 26 cm)
Colorido/Lombada com grampos
Preço de capa: Cr$ 450,00
Arte: Kim Oluf Jorgensen
Editor: Leandro Luigi Del Manto
Roteiro: Katsuhiro Otomo
Desenho: Katsuhiro Otomo
Cores: Steve Oliff
Primeira aparição de personagens nesta edição: Chip, Gangue dos Palhaços
Publicada originalmente em Akira (1988) n° 3/ - Marvel Comics (Epic Comics)

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Akira # 02 de # 38 - Akira n° 2 - Perseguição

Esta revista pode ser baixada
em: Akira n° 2 - Perseguição 
Akira n° 2 - Perseguição
Roteiro: Katsuhiro Otomo
Desenho: Katsuhiro Otomo
Cores: Steve Oliff
Publicado em: janeiro de 1991
Editora: Globo
Licenciador: Kodansha
Categoria: Revista Periódica
Gênero: Mangá
Status: Série completa Número de páginas: 68
Formato: Americano (17 x 26 cm)
Colorido/Lombada com grampos
Preço de capa: Cr$ 450,00
Arte: Kim Oluf Jorgensen
Editor: Leandro Luigi Del Manto
Primeira aparição de personagens nesta edição: Enfermeira
Publicada originalmente em Akira (1988) n° 2 - Marvel Comics (Epic Comics).

domingo, 4 de setembro de 2016

Akira # 01 de # 38 - Akira n° 1 - A estrada

Akira n° 1 - A estrada
Esta revista pode ser baixada
em: Akira 01 - A estrada
Publicado em: dezembro de 1990
Editora: Globo
Gênero: Mangá
Status: Série completa com 38 edições com 68 páginas
Formato: Americano (17 x 26 cm)
Colorido/Lombada com grampos
Preço de capa: Cr$ 350,00
Arte: Kim Oluf
Editor: Leandro Luigi Del Manto
Personagens: Shotaro Kaneda, Tetsuo Shima
Roteiro e desenho: Katsuhiro Otomo
Cores: Steve Oliff

Akira 01 - A estrada - Em Dezembro de 1992 um novo tipo de bomba explodiu na área metropolitana do Japão. Nove horas depois começou a Terceira Guerra Mundial.
38 anos depois da guerra, o planeta está reconstruído. A trama de Akira se passa em Neo-Tokyo City, em 2030. Um grupo de motoqueiros se vê envolto com um fato estranho que os levará a um mundo cheio de intrigas e situações paranormais.